O meu reino

Cifra Capo: 1ª
O meu Reino G tem muito a dizer Em
Não se faz Bm7 como quem procurou C
Aumentar G os celeiros bem mais A e sorriu D
Insensato G que valem tais bens Em
Se hoje mesmo Bm terás o teu fim C
Que tesouros G tu tens pra levar D além C G
   Sim C Senhor Cm nossas G mãos Em
   Vão Am plantar D7 o teu reino C G
   O C teu Pão Cm vai G nos dar Em
   Teu Am vigor D tua paz C G
O meu reino G se faz bem assim Em
Se uma ceia Bm7 quiseres propor C
Não convides G amigos irmãos A e outros mais D
Sai à rua G a procura de quem Em
Não puder Bm recompensa te dar C
Que o teu gesto G
Lembrado será D por Deus C G
O meu reino G quem vai compreender Em
Não se perde Bm7 na pressa que tem C
Sacerdote G e levita que vão A se cuidar D
Mas se mostra G em quem não se contém Em
Se aproxima Bm e procura o melhor C
Para o irmão G agredido que viu D ao chão C G
[PAGE]
O meu reino G não pode aceitar Em
Quem se julga Bm7 maior que os demais C
Por cumprir G os preceitos da lei A um a um D
A humildade G de quem vai além Em
E se empenha Bm7 e procura o perdão C
É o terreno G onde pode brotar D a paz C G
   Sim C Senhor Cm nossas G mãos Em
   Vão Am plantar D7 o teu reino C G
   O C teu Pão Cm vai G nos dar Em
   Teu Am vigor D tua paz C G
O meu reino G é um apelo que vem Em
Transformar Bm7 as razões do viver C
Que te faz G desatar tantos nós A que ainda tens D
Dizer sim G é saberes repor Em
Tudo quanto Bm7 prejuízo causou C
Dar as mãos G repartir acolher D servir C G
O meu Reino tem muito a dizer
Não se faz como quem procurou
Aumentar os celeiros bem mais e sorriu
Insensato, o que valem tais bens
Se hoje mesmo terás o teu fim?
Que tesouros tu tens pra levar além?
   Sim, Senhor, nossas mãos
   Vão plantar o teu reino
   O teu Pão vai nos dar
   Teu vigor, tua paz
O meu reino se faz bem assim
Se uma ceia quiseres propor
Não convides amigos, irmãos e outros mais
Sai à rua a procura de quem
Não puder recompensa te dar
Que o teu gesto lembrado será por Deus
O meu reino, quem vai compreender?
Não se perde na pressa que tem
Sacerdote e levita que vão se cuidar
Mas se mostra em quem não se contém
Se aproxima e procura o melhor
Para o irmão agredido que viu ao chão
[PAGE]
O meu reino não pode aceitar
Quem se julga maior que os demais
Por cumprir os preceitos da lei, um a um
A humildade de quem vai além
E se empenha e procura o perdão
É o terreno onde pode brotar a paz
   Sim, Senhor, nossas mãos
   Vão plantar o teu reino
   O teu Pão vai nos dar
   Teu vigor, tua paz
O meu reino é um apelo que vem
Transformar as razões do viver
Que te faz desatar tantos nós que ainda tens
Dizer sim é saberes repor
Tudo quanto prejuízo causou
Dar as mãos, repartir, acolher, servir!